A busca.

Agosto 21, 2009 at 3:43 am (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

Em busca do meu eu perdido no meu infinito particular.

Em busca do meu eu perdido no meu infinito particular.

Não busco a aceitação de ninguém. Busco minha própria aceitação. Aceitar-me como sou, do que gosto e quando gosto, de quem gosto e quando gosto. Busco a plenitude em meu interior para que depois eu busque a plenitude no meu exterior. Faço parte de um mundo singular e muito particular. Não me canso nessa busca, pois nunca se chega no final quando se tem um infinito para percorrer e eu já estou atrasada.

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Nascente.

Agosto 19, 2009 at 1:45 am (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

Nasce sem por que ou para que! Simplesmente brota!

Nasce sem por que ou para que! Simplesmente brota!

O carinho que libertou meu coração não tem fim. O abraço que abraçou minha alma não tem o encontro dos braços, pois eles se confudem entre si.  O beijo que beijou meu interior não  separou os lábios, pois não é possível mais identificá-los. O segurar da mão não pode mais ser assim chamado por não se saber quem são as mãos de quem. A voz suave e serena já não pode mais ser assim chamada, pois mais parecem sussurros de anjos. As brincadeiras, os risos, as conversas, os lamentos, as confidências, os olhares… nada mais é o que parece ser. Tudo ganhou um tom transcedental. Tudo ficou indescritível, pleno… Sinto-me flutuando por entre minhas nuvens de algodãocerebral. Sinto-me nadando no rio de sangue vivo e incandescente. Sinto-me percorrendo cada teia que percorre todo meu corpo e chega no final, que é na verdade o começo… um ciclo! Um coração que bate e bate e bate e bate e acelera batendobatendobatendo num tumtum impossível de contar. Sinto a vida. A simples existência ganha um sentido único: o de viver! O que  novos sentimentos não fazem com as escolhas e  percepções que temos da vida! Sentimentos que brotam como água da nascente. Sem explicação ou razão. Simplesmente brotam e alimentam a vida. Simplesmente agraciam seu arredor com seu simples e maravilhoso nascimento. Agradeço a Deus por ainda poder presenciar o nascer da água da fonte da vida! Viva! Vivarte!

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Não sei.

Agosto 10, 2009 at 5:07 pm (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

Não sei ao certo se deito nas nuvens e contemplo o céu mais de pertinho ou se nado nas águas geladas do meu cerrado maravilhoso e sinto o sangue congelado e o corpo num movimento natural se deixando levar como se fosse um peixe.
Não sei ao certo se grito e corro de alegria ou de desgosto.
Não sei ao certo se prefiro este caminho ou aquele outro.
Não sei ao certo se essa é uma ajuda para subida ou para descida.
Não sei ao certo o limite de minha coragem, se é que ela possui um limite.
Não sei ao certo se acredito ou finjo que acredito.
Não sei ao certo se sei ou se nada sei.
Não sei ao certo se quero ou se já não tenho mais a escolha.
Não sei ao certo se isso é o certo.
Não sei…

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Vivarte!

Julho 31, 2009 at 6:04 am (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

lsd1gr3

A tal arte de viver. A tal bela arte de viver. Bela sim, e surpreendente, inesperada e incandescente! A vida nos proporciona momentos inenarráveis. Ficam arquivados no baú enterrado no fundo de nossas memórias. Risos incontidos, soltos, contagiantes! Abraços ternos e cheios de doce. Doce abraço caramelado. Sinto-me deitando nas nuvens! Sinto o cheiro do frio, do vento, do amor… Sinto o calor do Sol, matéria atraindo matéria. Pensamento expandindo pensamento. O horizonte se abrindo…

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Isso chama-se desenvoltura

Julho 24, 2009 at 6:12 am (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

Agilidade nos dedos e mãos.

Smoking...

A arte de contornar situações é o que eu considero sobre desenvoltura. Você tem desenvoltura em cena e você tem desenvoltura na vida real. Você simplesmente pensa na melhor maneira de sair daquela situação e aí sai… Isso chama-se talvez personalidade, uns tem outros não… ah! e alguns insistem em ter mas mil desculpas, isso chama-se dom! De acordo com o dicionário desenvoltura significa: “desembaraço, agilidade, vivacidade” (à quem interessar Michaelis, editora Melhoramentos, Nova ortografia conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa). (-É!) Ter desenvoltura é uma característica muito apreciada por própria questão de sobrevivência, de atitude, de intenção. Ser desenvolto, se é que me permitem, é raridade.

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Procura-se sapatos e bolsa.

Julho 19, 2009 at 9:01 am (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

Perdi a bolsa e os sapatos mas não perdi a compostura.

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Como o desabrochar de uma flor

Julho 14, 2009 at 6:35 am (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

flor_de_lotus_imagelargeEstou aqui pensando cá com meus inúmeros botões como o desabrochar da flor é maravilhoso. É incrível perceber a perfeição de Deus nos seus mínimos detalhes. É fantástico sentir vida no meu infinito particular. Nesse momento consigo achar graça da piada que não tem, consigo ver cor em imagens em preto e branco, consigo sentir um bem estar simplesmente por acordar toda manhã, por dormir toda noite, sinto alegria pelo vento que bate em meu rosto, sinto tranquilidade pelo sol se pondo, pelo sol nascendo, sinto leveza de espírito, sinto a paz reinando em meu ser. Se um dia escrevi sobre a tristeza e sobre a melancolia da vida morta, hoje escrevo saltitante sobre o colorido que minha vida ganhou. Viver a vida é o melhor que temos a fazer!

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Desabafo de uma estrela

Julho 10, 2009 at 2:32 pm (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

eu vou esperar minha mae chegar
*enquanto isso vou arrumar a sala e o banheiro
*dependendo de onde eu for almocar vou pra í. se a gente for na minha madrinha eu tenho q

Não me irrite.

Não me irrite.

Não me irrite.

Não me irrite.

Detesto aquele tipo de pessoa que gosta de passar uma falsa impressão sobre sua personalidade. Gostos refinados, boa música, bons modos… tudo isso indica o que você é mas suas atitudes, seus pensamentos, suas vontades indicam quem você é. A pseudointelectualidade impregnada em criaturas que se fazem detestáveis simplesmente por serem elas mesmas… Cara, isso me deixa INDIGNADA. Querer ser um intelectual não significa sê-lo. A caminhada é longa e existem pessoas que sozinhas não acham o caminho. Precisam se segurar nos pés das pessoas, mendigando a luz que o outro tem. Aceitar migalhas de pessoas iluminadas é a maior prova de burrice. Aceitar pouco ou nada que lhes é oferecido pra provar para o A e para o B que você tem algo a mais? Ridículo! Seus olhos mortos e entristecidos gritando dentro de você, buscando a luz que você não tem. Ficam tão frustrados que mendigam a luz do outro, mendigam a vida do outro (mesmo que alguns míseros e desprezíveis momentos). A luz é um presente de Jah para alguns seres e não pode ser usurpada. Ela é direcionada às pessoas escolhidas. Você já vem com o propósito, com a missão. Busque a sua própria luz. Emita para o meio em que você vive a vibração positiva para que assim você consiga talvez a absorção da mesma. PAZ e LUZ de Jah para os seres do BEM. ÕM!

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Permita-se, minha cara.

Junho 27, 2009 at 5:34 pm (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

Um aconchego, bem estar... Transcendi para o infinito!

Um aconchego, bem estar... Transcendi para o infinito!

Preciso ao menos tentar colocar em palavras. A complexidade dos fatos não me permite fuga para lugar algum. Nem dentro da minha cabeça consigo encontrar lugar escondido o bastante para que eu consiga me esconder e ficar sozinha, quietinha… pensando! Sim, pensando! Colocando as idéias em uma sincronia natural. Por que complicar a vida? A vida é bela. Vamos simplesmente aproveitar os momentos enquanto eles estão acontecendo. Nada de pensar no momento futuro ou ficar lembrando de um momento passado. Permaneça no presente, que é onde a vida acontece. (Já dizia nosso saudoso e imortal Chaplin). Então, é onde manterei meus pensamentos focados: presente. O próprio nome já diz tudo: PRESENTE! É um presente que está sendo entregue às suas mãos. Saiba aproveitar cada minuto do seu precioso tempo. Ontem perdi a noção das coisas. Simplesmente deixei fluir e acontecer naturalmente. Não pensei nas consequências, não pensei no ontem e muito menos no amanhã (que é onde, querendo ou não, as consequências do presente são perecebidas). Simplesmente quis e fiz. Agora, simplesmente quero e faço. Ontem, simplesmente quis e perdi. Isso mostra um amadurecimento ou um vasto compreendimento acerca de nossos aprendizados durante a vida. Os momentos mais importantes são os que nos deixam marcas profundas. São esses os momentos capazes de nos trazer alegria, tristeza, aprendizado… Tantos nos bons quanto nos maus momentos encontramos bagagem necessária para termos mais um compreendimento (que também, querendo ou não, só vem com experiências vividas e para isso basta vivê-las). Se não as vivo, como aprendo? A palavra arrependimento serve para designar fatos que você permitiu que acontecessem. Não podemos nos arrepender de coisas que não fizemos. Quando a tristeza é muito grande ou quando a ferida foi muito funda ou quando a felicidade é plena temos compreendimentos. Arrependemos apenas de coisas que fizemos e só quando essa determinada situação vivida não for capaz de lhe ensinar alguma coisa. Caso contrário você sente alegria em ter desafiado seu próprio ego e feito o que queria fazer. Arrisque mais! Permita-se. Deixa que a energia flua naturalmente…

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O sopro que leva.

Maio 27, 2009 at 5:09 am (Um mundinho ali, virando na 27ª estrela de tijolos à esquerda.)

 

E o vento sopra cuidadoso.

E o vento sopra cuidadoso.

Definitivamente minha memória já não anda bem faz muito tempo. Acho que está doente, simplesmente resolveu tirar férias para descansar… Estava lembrando de cada coisa inútil e triste que resolveu tirar umas férias. Disse que também não vai mais lembrar as coisas de ninguém, nem as dela mesma. Aí que se ela tira férias eu me desligo… flutuo… vivo num mundo irreal… viajo pelo tempo atemporal… perco noção… perco a graça.  Aí, eu fico muito doida. É uma loucura muito lúcida.  Eu me isolo na caverna mais escondida lá no topo da serra. Coloco minhas asas e voo sobre os arredores, respiro o ar da montanha. De repente caio dentro da água e assumo minha forma de peixe. Nado até não ter mais forças… e aí quando acho que não vou mais conseguir, acordo em cima da cama com a janela semi-aberta, escutando o choro baixo e que tanto me machuca (talvez por ser tão baixo). O aroma e a cor da noite me fascinam. E aí, as portas do meu mundo começam a se fechar. Digo então, adeus.

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